independentemente, vivo...
No decorrer de meus quereres
viabilizo um curso livre,
onde o rio dos meus cantares,
possa ter totalmente livres, suas corredeiras.
São vontades inteiras,
que passeiam pelos ares,
dos ambientes onde bailo...
Estar em consenso no todo,
eis o ai quê, confesso, afiro-me.
Não quero mais depender de fluídos outros.
Quero ser-me,
como quando antes, era.
Reconhecer-me bem entre as flores,
que embelezam a primavera.
Saber-me aquecer de modo terno,
no frio que me abarca
durante o inverno.
Eu sonho, independente dos que sonham,
Eu canto, independente dos que não cantam...
josemir(aolongo...)
Josemir Tadeu Souza
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