BATIDAS DO CORAÇÃO
Controlo a respiração
Estou a escrever poesia.
As batidas do coração
Estão em perfeita sintonia
Sou meu primeiro leitor
Dos versos que vou escrevendo
Em todos coloco amor
Mas muitos, só eu entendo.
Estou a respirar poesia
Por todos poros da pele.
O que me dá muita alegria,
Cada verso a outro impele.
Em nada me faz inveja
O que leio das poesias.
Em qualquer lugar que eu esteja
Escrevo as minhas fantasias.
Assim conto as batidas
Que dá o meu coração
A cada verso mais sentidas
Para minha consolação.
Espero escrever todos os dias
Desde que haja inspiração
Todas as minhas poesias
Vêm do meu coração.
Já não guardo os meus versos
No fundo duma gaveta
Muitos lá foram dispersos
Tal como o papel e a caneta.
Tudo aquilo que se escreve
Hoje é mais fácil guardar
Se não estiver como deve
Também é fácil de emendar.
Um dia conto sair
De dentro dos bastidores
Por um livro a sobressair
Na mesa dos meus leitores.
Joaquim Barbosa
Controlo a respiração
Estou a escrever poesia.
As batidas do coração
Estão em perfeita sintonia
Sou meu primeiro leitor
Dos versos que vou escrevendo
Em todos coloco amor
Mas muitos, só eu entendo.
Estou a respirar poesia
Por todos poros da pele.
O que me dá muita alegria,
Cada verso a outro impele.
Em nada me faz inveja
O que leio das poesias.
Em qualquer lugar que eu esteja
Escrevo as minhas fantasias.
Assim conto as batidas
Que dá o meu coração
A cada verso mais sentidas
Para minha consolação.
Espero escrever todos os dias
Desde que haja inspiração
Todas as minhas poesias
Vêm do meu coração.
Já não guardo os meus versos
No fundo duma gaveta
Muitos lá foram dispersos
Tal como o papel e a caneta.
Tudo aquilo que se escreve
Hoje é mais fácil guardar
Se não estiver como deve
Também é fácil de emendar.
Um dia conto sair
De dentro dos bastidores
Por um livro a sobressair
Na mesa dos meus leitores.
Joaquim Barbosa


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