quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Alma liberta

Tua alma poeta, sangra 
Amargurada pela dor...
Teus olhos vendados choram
Em silêncio, a intensa agitação
Que o fere.
Na penumbra dos teus versos
Sentes a insensatez
De um falso amor...
Liberta tua alma para a vida
E derrota a insanidade
Que desatina o teu coração!
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Sulamita Ferreira Teixeira


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