quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Morro neste frio
Ao ler a tua poesia
Luz do teu brio
Escrita de alma despida
Elejo a palavra amor
Traçada com a minha dor.
Pedaços líricos do teu coração
Fragmentos na minha solidão.
Meu pobre poema vivo,
Um sonho que me sorriu
Contigo o que senti.
Os dias vou passando
Sem o luar nos meus olhos
Sobrevivo neste pesadelo
Sem a leveza da doçura
Vagueio-te no pensamento
A idolatrar o que existiu.

De: Elisabete Bernardo 
 
 

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