GRITOS
no ventre da noite
os gritos
não são de amor
são de dor
que se espalham em silêncio pelos quartos
sequóias seculares
suportam as palavras
que se cobrem de verdade
e no gesto despem-se da nudez
com instintos de luz
rompe-se silenciosamente a escuridão
com cânticos longínquos mas belos
cantando a imensidão
que se dispersou no firmamento
adormece o mar e as flores
descansam as sombras das montanhas
as estrelas resplandecem por amor
ofuscando os gritos no ventre da noite amordaçada
Por CFBB
no ventre da noite
os gritos
não são de amor
são de dor
que se espalham em silêncio pelos quartos
sequóias seculares
suportam as palavras
que se cobrem de verdade
e no gesto despem-se da nudez
com instintos de luz
rompe-se silenciosamente a escuridão
com cânticos longínquos mas belos
cantando a imensidão
que se dispersou no firmamento
adormece o mar e as flores
descansam as sombras das montanhas
as estrelas resplandecem por amor
ofuscando os gritos no ventre da noite amordaçada
Por CFBB
(Carlos Fernando Bondoso Bondoso)


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