A CARTA
Quando avistei tua boca sorrindo,
No caminho do retorno doutro tempo,
Foi como se o meu passado voltasse,
Reconhecendo-te da saudade absurda!
Difícil imaginar como viveria sem ti,
Caminhando nas ruas, mãos solitárias,
Coração disparado, desejo eminente,
Que nossos momentos fossem eternos!
Perdida criança, movida da esperança,
Contando as estrelas de cada calada,
Enquanto o coração alimenta a carta,
Escrita nos versos profundos da noite!
Emocionada lembrando dos teus olhos,
Da música da tua respiração ofegante,
Das tuas mãos repletas de afagos!
Perdoa-me por amar-te, tanto assim,
Querendo-te sob meus olhos castanhos,
Amando-te infindamente na distância!
Juliani Rosendo
Quando avistei tua boca sorrindo,
No caminho do retorno doutro tempo,
Foi como se o meu passado voltasse,
Reconhecendo-te da saudade absurda!
Difícil imaginar como viveria sem ti,
Caminhando nas ruas, mãos solitárias,
Coração disparado, desejo eminente,
Que nossos momentos fossem eternos!
Perdida criança, movida da esperança,
Contando as estrelas de cada calada,
Enquanto o coração alimenta a carta,
Escrita nos versos profundos da noite!
Emocionada lembrando dos teus olhos,
Da música da tua respiração ofegante,
Das tuas mãos repletas de afagos!
Perdoa-me por amar-te, tanto assim,
Querendo-te sob meus olhos castanhos,
Amando-te infindamente na distância!
Juliani Rosendo







