Vulto
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Estou no breu da noite
Olhando seu vulto empoeirado
pelo tempo...
Sua presença se foi,
Restou seu fantasma
Perambulando pelos labirintos
Da minha existência...
Por que não lança
Sua sombra real e peregrina
nas águas aquecidas do mar?...
Não quero mais sua presença,
Seu soluço agoniado
Flutuando ao meu redor...
Descansa sua essência flagelada
No trono decadente dos seus desejos.
Segue seu destino além do véu
E voa sem nenhum medo
Entre os anjos que são imortais!...
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Sulamita Ferreira Teixeira


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