Degraus
Subo a escada,
Degrau a degrau,
Não acontece nada,
Nada de mau.
E depois lentamente,
Vou abrindo as portas,
As portas da tua mente,
Deixando as pontas soltas.
E subo e desço,
E abro e fecho,
E por tudo eu peço,
E por tudo eu deixo.
Deixo que estes degraus,
Degraus, que perco de vista,
Não sejam bons nem maus,
Nem que de mim a vida desista.
A vida está um caos,
Não tem nada que saber,
Mas é por estes degraus,
Que tento subir ou descer.
Paulo Soares
Subo a escada,
Degrau a degrau,
Não acontece nada,
Nada de mau.
E depois lentamente,
Vou abrindo as portas,
As portas da tua mente,
Deixando as pontas soltas.
E subo e desço,
E abro e fecho,
E por tudo eu peço,
E por tudo eu deixo.
Deixo que estes degraus,
Degraus, que perco de vista,
Não sejam bons nem maus,
Nem que de mim a vida desista.
A vida está um caos,
Não tem nada que saber,
Mas é por estes degraus,
Que tento subir ou descer.
Paulo Soares


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