terça-feira, 17 de dezembro de 2013

A ti ,rio...
Entrego-te os teus lamentos e desfaço esta glosa empedernida.
Quebro nas tuas águas o caudal espesso deste borbulhar criativo.
De ti se espera bonança nesta pátria amargurada.
Te escreverei na memória do tempo feliz.
Sublimarei na tela da vida as cores do teu raiar solar.
Rio e esperança.
Mel e verdade.
Sol e tenacidade.

Agostinho Borges De Carvalho
 
 

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