GOSTASTE DOS MEUS VERSOS
Primeiro tu disseste que gostaste
dos meus versos… poemas que te fiz…
Eles foram o fruto que encontraste
no meu leito, e tornaram mais feliz.
Depois, que já não gostas, afirmaste,
desses meus versos simples, onde quis
dizer-te, docemente, que tu entraste
no alvor da madrugada, onde és feliz.
Sou c’mo vento de sul, roço o teu rosto…
Um doce vinho, com sabor de mosto,
p’ra alegrar os teus dias de incerteza.
Tu és a saudade que abre a minha porta,
a esperança no Mundo, não está morta,
que a humanidade é grande riqueza.
Manuel Manços
Primeiro tu disseste que gostaste
dos meus versos… poemas que te fiz…
Eles foram o fruto que encontraste
no meu leito, e tornaram mais feliz.
Depois, que já não gostas, afirmaste,
desses meus versos simples, onde quis
dizer-te, docemente, que tu entraste
no alvor da madrugada, onde és feliz.
Sou c’mo vento de sul, roço o teu rosto…
Um doce vinho, com sabor de mosto,
p’ra alegrar os teus dias de incerteza.
Tu és a saudade que abre a minha porta,
a esperança no Mundo, não está morta,
que a humanidade é grande riqueza.
Manuel Manços


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