Jardim sem relva e sem flores!
Carro parado nos escombros
Permanece a porta da garagem fechada.
As ervas daninhas estão derrubadas pela chuva
Tudo adormecido sem paz...
Abraços que esperam voltar a abraçar
Nos sagrados cantos que outrora tinham perfume
Hoje amputados eternamente...
Medos, fantasmas e taças que fazem a vigília amarga...
Um turbilhão que se baloiça nos ramos sem vida.
Fogueira a arder sem chama no útero do inferno...
As sombras da loucura cobrem o chão que ficou no escuro.
A solidão beija as mentiras que germinam nas noites gélidas de inverno...
"FANTASMA"
(Margarida Fidalgo)
Carro parado nos escombros
Permanece a porta da garagem fechada.
As ervas daninhas estão derrubadas pela chuva
Tudo adormecido sem paz...
Abraços que esperam voltar a abraçar
Nos sagrados cantos que outrora tinham perfume
Hoje amputados eternamente...
Medos, fantasmas e taças que fazem a vigília amarga...
Um turbilhão que se baloiça nos ramos sem vida.
Fogueira a arder sem chama no útero do inferno...
As sombras da loucura cobrem o chão que ficou no escuro.
A solidão beija as mentiras que germinam nas noites gélidas de inverno...
"FANTASMA"
(Margarida Fidalgo)


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