LINHA HORIZONTAL
há um silêncio penoso nas varandas da solidão
sentem-se os uivos dos lobos
rasgando o horizonte
querendo silenciar as vozes da razão
mastigam-se cardos e espinhos
em dolorosa agonia
sobram as sombras do amor
que em pleno dia
limpam lágrimas de dor
os espíritos na cabeça do vento
transportam ideias vagas
dor e sofrimento
derramam histórias passadas
que as minhas mãos já não alcançam
abraço pedras em brasa
e outros cães que falam
afasto-me da linha frisante
acaricio o rosto
ouvindo discursos sem asseio moral
que ferem tanto ou mais
que a lâmina de um punhal
neste silêncio penoso
não existe cabeça de fila
nem estrada de elefantes
ninguém acorda e se dá conta
do mal que nos aprontam
nesta linha horizontal
POR CFBB
há um silêncio penoso nas varandas da solidão
sentem-se os uivos dos lobos
rasgando o horizonte
querendo silenciar as vozes da razão
mastigam-se cardos e espinhos
em dolorosa agonia
sobram as sombras do amor
que em pleno dia
limpam lágrimas de dor
os espíritos na cabeça do vento
transportam ideias vagas
dor e sofrimento
derramam histórias passadas
que as minhas mãos já não alcançam
abraço pedras em brasa
e outros cães que falam
afasto-me da linha frisante
acaricio o rosto
ouvindo discursos sem asseio moral
que ferem tanto ou mais
que a lâmina de um punhal
neste silêncio penoso
não existe cabeça de fila
nem estrada de elefantes
ninguém acorda e se dá conta
do mal que nos aprontam
nesta linha horizontal
POR CFBB
(Carlos Fernando Bondoso Bondoso)


Nenhum comentário:
Postar um comentário